domingo, 10 de agosto de 2008

PERSONAL BRANDING. LEI NÚMERO 08. JAMAIS SUBESTIME A AUDIÊNCIA.

Quebre as regras, rasgue os manuais, não ande pelos caminhos que já foram trilhados, não repita o que já deu certo (se já fizeram é passado), trabalhe sempre na contra-mão, com prazer, com tesão, crie seus próprios métodos e reinvente as ações. Você pode (e deve) fazer tudo a seu favor. É vida ou morte para a sua marca. Só não subestime a inteligência da sua audiência, porque você vai quebrar a cara! Nunca esqueça que o melhor marketing do mundo não sustenta por muito tempo a venda de um produto ruim.

Você jamais vai conseguir enganar todo mundo durante muito tempo. E se conseguir enganar terá prejuízos sérios, logo ali, adiante. Se não for crível, desista. Você pode projetar mudanças radicais para a sua imagem e movimentos ousados para o futuro, mas sempre construa esse projeto sobre a ética e a verdade, respeitando seus princípios e seus valores.

Jamais aceite que lhe reconstruam como personagem de uma estória que não é a sua. Isso certamente seria um retumbante fracasso. Recuse todas as saídas fáceis. Fuja do charlatanismo e dos gurus da auto-ajuda melosa. Eles vão lhe deixar mole no enfrentamento das suas dificuldades. Cresça com seus fracassos e reconheça suas limitações. Entender isso já é meio caminho andado.

Diferente das marcas corporativas que se prestam a reformulações e alterações constantes de embalagem, você precisa trabalhar com um plano de marca que respeite o núcleo da sua marca (suas origens, seus valores, seus princípios éticos e morais). Respeite a sua genética. Parta sempre do seu DNA de marca. Ele é o grande filtro e o ponto de partida para todos os movimentos da sua carreira rumo ao sucesso.

E não se esqueça: o mercado procura hoje mais do que nunca autenticidade. Isso é vital para uma marca que se deseje perpetuar com valor.

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